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Sobre Radicalismo e Polarização na Mídia


Nós em momento "nostalgia hippie"

Relembrando acerca do processo de “abertura” à qual nossa geração adolescente foi iniciada em 1974, fico hoje me questionando para onde caminha a tal liberdade conquistada, para conhecer todas as manifestações sociais, artísticas, políticas, filosóficas, espirituais e outras tantas sem a necessidade de julgar, classificar e nem ter que aceitar ou não. Porque desde esta época ”ter aquela velha opinião formada sobre tudo” já era muito chato!

Hoje, esta comunicação de massa sob a qual a maioria das pessoas opina e julga, até notícias falsas ou distorcidas, mantém a todos ocupados em decidir de que lado ficar, que partido tomar e a que grupo pertencer. Será que a “Nova Era” não nos propõe a rapidez da comunicação justamente para que possamos reconhecer o caminho de aceitar a todos como eles se apresentam e se manifestam, fugindo de nos tornarmos massa crítica de alguma liderança, sem nos obrigarmos a escolher lados e sim aceitar o outro como parte de nós?

Talvez, movimentos que se intitulem com rótulos que distinguem grupos humanos, estejam otimizando separatismos radicais entre pessoas que deveriam estar aprendendo a conviver com suas diferenças. Com olhar aguçado podemos ver que a maioria dos movimentos que levantam bandeiras em defesa de determinadas classes são gerados e colocados em prática por interesses econômicos ou então usados por estes interesses. Não que isso seja negativo, pois esta é a mola propulsora da sociedade humana, mas que estejamos atentos e conscientes de como as coisas se processam, para podermos equilibrar esta mola entre os polos opostos do AMOR e do PODER, não percamos a esperança de que também pode ser assim . . .

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