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A mediação entre consciente e inconsciente através das imagens

Os símbolos são a linguagem utilizada pela parte inconsciente da alma.

E não temos meios de entender nosso inconsciente de maneira racional e objetiva, os mitos e as imagens mitológicas atuam justamente aí, fazendo uma mediação entre o consciente e o inconsciente!

Através da psicologia de Jung sabemos que existem símbolos de grande valor, que não são de origem individual, mas sim coletiva, são as “imagens sagradas” que nascem de sonhos e fantasias, utilizando a linguagem "imagética" ou imaginação materializada.

As imagens simbólicas dos “deuses” ou “arquétipos” detém detalhes que representam seus principais traços psíquicos e eram utilizadas por nossos ancestrais como um “espelhamento terapêutico". Quando um indivíduo reunia em si muitos traços psíquicos de um determinado “deus”, dizia-se que esta pessoa estava "possuída" por ele.

Os símbolos ou a imagem representativa desse deus ou arquétipo, era então utilizada como um talismã de cura.

Mas no séc. XIX os mitos e representações simbólicas passaram a ser “superstições” e o avanço científico desligou-nos de vez de todo este “primitivismo”. Perdemos nossa “identificação emocional inconsciente” e nosso mundo foi varrido de todos os seres “supersticiosos” como deuses e deusas, feiticeiras, duendes, heróis, lobisomens, fadas, princesas encantadas . . . que povoavam a mente “primitiva”.

Mas com a psicologia de Jung estamos redescobrindo o valor da “linguagem da alma” e voltando a escutá-la!

Isto significa que estamos resgatando nossa mente original primitiva que foi perdida no processo de “racionalização da consciência” e que temos a possibilidade de realizar a integração entre a mente original (primitiva) e a racional (científica). Ainda bem!



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